18.

Dia 18, queria pular você. Tira-lo do calendário, apaga-lo da memória, e extermina-lo do mundo. Pois bem, já que isso é impossível, vou deleta-lo daqui de dentro do peito. Acho que doerá menos, amenizará a dor e - aos poucos - vou esquecendo que você é uma data, e passarei à enxerga-lo apenas como um número. Triste, difícil de lidar com tudo isso, mas é necessário acordar e enxergar que a vida não para, que tudo continua ali, seja a faculdade, trabalho, família e amigos. E que há algo que sempre será verídico nesse vida: "Tudo que vai volta, mas nem tudo que volta encontra o que deixou." 

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