Ponto de Interrogação.- Parte 1.





Bipolaridade é algo difícil de se entender. Raridade é encontrar alguém que saiba ajudar você à enfrentar os medos, e tudo àquilo que convêm a algo que deve ser feito. Pois bem. 

Sociedade com palavras de baixo calão. Ô, que sociedade injusta. Que mundo ridículo, onde parte das pessoas só pensam nelas mesmas e o egoísmo fala por si só, sem mesmo saber que ao falar algo tão impulsivo de um lado, mal sabe que do outro lado está outra pessoa, que ao ouvir se machucou. Caramba, nunca vou entender. Transtorno bipolar. Isso deve ser horrível, não?!

Errar uma vez é humano, aceitável, e - talvez - digno de segunda chance. Errar duas vezes é burrice, ainda mais se for da pior forma.

Quando tudo está indo bem (emprego, família, relacionamento, estudos, e etc) algo tem que acontecer para que sua felicidade fique incompleta, dando espaço para o vazio entrar. E isso eu nunca vou entender. 

Nunca vai entrar na minha cabeça o fato de as pessoas quererem/amarem tanto a outra, e de repente da noite pro dia não quererem/amarem mais. Desculpa, não acredito mesmo. E isso nunca vai entrar na minha mente. Nada surge ou acaba da noite para o dia. Bipolaridade - volto à falar sobre - e esse sentimento bipolar é repentino, e vem acompanhado de uma explosão de coisas, que com o tempo vai se aquietando, até você perceber - mais uma vez - o tamanho da burrada que fez.

Você está bem, está feliz, está também ansiosa - muito ansiosa - e de repente... PÁ! Uma nuvem negra surge pra abalar - de novo - tudo áquilo que você estava construindo. O ser humano é tão burro, mas tão burro, ao ponto de querer algo pra vida, e em questão de horas jogar pro alto, assim, sem nexo algum. 

Felicidade nunca é rotina, de fato. Ninguém sabe o que é felicidade. Mas ouvi dizer que é dar um passo à cada dia. O vazio nunca é rotina também, ainda bem, mas quando ele vem, ah... Não queira que ele venha para você nunca, é horrível. Como se um buraco imenso se formasse no seu peito, cavando, cavando, cavando, sem saber quando parar. Difícil de acreditar, difícil de cair a ficha. Difícil de saber onde fica o botão que comanda o vazio, a ponto de faze-lo parar.





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