Linha do tempo.



           Sabe quando você se deita na cama e passa um filme na sua cabeça? Isso aconteceu. Na verdade, sempre acontece. Tirei uma conclusão: O travesseiro e a madrugada são a dupla perfeita para gerar pensamentos. E entre vários devaneios, minha mente gera uma espécie de "Linha do tempo", contendo nela: "passado, presente, e futuro". No passado contêm um punhado de palavras cruéis, com atitudes frias e uma pitada de dor que ficou cravada na magoa que todas àquelas palavras te causaram. No presente há um pouco do passado e um pouco de caminho à ser trilhado. No futuro há o caminho que trilhou. 
           Amar alguém não é simplesmente só amar. Amar é querer que a pessoa esteja ao seu lado sempre, no presente e no futuro, trilhando o mesmo caminho, juntos.
Pensamentos ecoando em sua mente, tentando fazer com que você entenda o "porquê" de tantos "porquês". Pensamentos que te levam à pensar mais ainda sobre a tal frase: "Tudo que vai volta, mas nem tudo que volta encontra o que deixou"
           Você continua a mesma garota tímida, com a mesma risada exagerada, brincadeiras bobas, manias incomuns, cara de zumbi misturado com panda ao acordar, unhas borradas, costumes, pensamentos de uma mulher de 25 anos, e etc. Claro, com um pouco de mágoa - que com o tempo deve passar, se atitudes corretas forem tomadas.
          O filme que começa à passar pela sua cabeça ao deitar-se não é de comédia, terror, romance, e muito menos de ação ou suspense. Um filme pausado no passado, com cenas em câmera lenta no presente, e com opções de botões de delete, replay, e restart no futuro. É o filme da sua vida, sem gênero próprio. Apenas com palavras, que mudaram o total rumo de um caminho que estava sendo trilhado com tamanho cuidado e afeto. 
        Linha do tempo que requer paciência e atitudes singelas.

  

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