Rotina bipolar.





     A rotina "sempre" foi a mesma, de casa pro trabalho, do trabalho pra faculdade e da faculdade pra casa. Mas, e quando a rotina começa à ficar chata? Ou, quando simplesmente falta aquela leveza do vento batendo no rosto - seja falta de uma viajem, lugar, ou até mesmo daquele sentimento de necessidade do abraço de alguém -, tudo às vezes parece ficar um pouco que fora do lugar, ou talvez, até mesmo intacto demais pra uma realidade comum. Os segundos/minutos/horas/dias/meses/anos passam e a gente nunca para pra pensar no que está fazendo, e acabamos esquecendo de coisas tão simples e tão valiosas, pode ser de abraçar cada um da família/amigos e dizer o quanto os ama, ou sei lá...Até mesmo dizer isso à você! Quantas vezes esquecemos de detalhes importantes, e só lembramos dos que não valem tanto a pena? Digo...O passado - convenhamos que, passado deve ficar no passado, porque se fosse mesmo bom pra você ainda seria presente e se tornaria futuro - pois é. Mas nem sempre a rotina é mesmo uma rotina, entendeu ou eu compliquei demais? As vezes é só o excesso de coisas que você vem acumulando, que por conta do tempo acabam virando coisas comuns no dia a dia. Aí você se cansa, cansa, cansa, ah... E Cansa! Mas, e se a rotina não fosse mesmo uma rotina? Ah cara, acho que tô complicando demais. O que quero dizer é que, se as coisas não acumulassem tanto, elas jamais se tornariam: Chatas! E se elas não se tornassem chatas você nunca saberia a diferença entre o "Legal e o chato" ou de "Bom e mal", "Saudade e querer distância". Ah, talvez a rotina não seja algo tão ruim assim, pode ser que ela seja apenas um detalhe no meio de tanta bagunça nessa cabecinha desmantelada que precisa de um concerto. Mas não daqueles que são cheios de parafusos e ferramentas estranhas, digo de um concerto que vem lá do coração. Agora entendeu?


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